ORQUESTRA FILARMÓNICA PORTUGUESA - CiRAC
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ORQUESTRA FILARMÓNICA PORTUGUESA

Orquestra Filarmónica Portuguesa

 

Fundada em maio de 2016 por Osvaldo Ferreira e Augusto Trindade, a orquestra integra um conjunto de músicos de elevado padrão técnico e artístico. Os músicos são artistas premiados em concursos nacionais e internacionais, ex-integrantes da Orquestra Jovem da União Europeia e ainda músicos estrangeiros residentes em Portugal que se juntaram neste projeto para criar uma orquestra que seja uma referência e símbolo de qualidade, atuando em todo o território nacional.
A orquestra produz concertos sinfónicos, ópera e irá criar conexões com outros géneros artísticos numa procura de desenvolvimento de eventos e espetáculos criativos.
A Orquestra Filarmónica Portuguesa apresentou o seu concerto inaugural no dia 7 de maio no Europarque, tendo ainda atuado no Centro Cultural do Arade, no Algarve e no Festival Cistermúsica de Alcobaça (ainda com a designação de Orquestra Euro-Atlântica). A reação do público, críticos especializados e músicos de todo o país, foi unânime e elegeu este projeto como um dos mais importantes dos últimos anos no nosso país, pela sua qualidade e originalidade.
A Orquestra Filarmónica Portuguesa é um projeto de dimensão nacional sob a Direção Artística do Maestro Osvaldo Ferreira, atualmente um dos mais representativos maestros nacionais.

Osvaldo Ferreira

 

Osvaldo Ferreira desempenha currentemente o papel de Diretor Artístico da Orquestra Filarmónica Portuguesa e da Sociedade de Concertos de Brasília, tendo sido já Diretor Musical e Regente titular da Orquestra Sinfónica do Paraná de 2011 a 2014 e Diretor da Oficina de Música de Curitiba.
Concluiu o seu Mestrado em Direção de Orquestra em Chicago e, seguidamente, a sua Pós-graduação no Conservatório de São Petersburgo, na classe de Ilya Mussin.
Em 1999, foi laureado no Concurso Sergei Prokofiev, na Rússia. Recebeu o Fellowship” do Aspen Music Festival, nos EUA, onde frequentou a American Conductors Academy. Foi assistente de Claudio Abbado, em Salzburgo e Berlin. Estudou com Jorma Panula e David Zinman e foi ainda bolseiro do Ministério da Cultura de Portugal e da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Em Portugal, foi Diretor Artístico da Orquestra do Algarve, Diretor Artístico do Festival Internacional de Música do Algarve, Diretor e Administrador do Teatro Municipal do Faro. Gravou vários CDs com obras de autores portugueses para a Editora Numérica e um CD duplo com Sinfonias de Mozart. Com a Orquestra do Algarve, apresentou-se em Viena, Bruxelas, Lisboa, Sevilha, Porto, Curitiba e Londres.
Da sua vasta e sólida carreira internacional são também parecíveis de destacar o seus trabalhos á frente de importantes orquestras europeias e sul-americanas, como: Orquestra Filarmónica de S. Petersburgo, Orquestra Sinfónica de Roma, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Brasileira, Orquestra de Praga, Orquestra Filarmónica de Lodz, Orquestra Filarmónica da Silesia, Orquestra Sinfónica de Nuremberga, Orquestra Filarmónica da Radio Renana, Orquestra Nacional do Porto, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Mozarteum de S. Petersburgo, Orquestra do Teatro Nacional S. Carlos em Lisboa, Orquestra do Teatro Olímpico de Vicenza, Orquestra da Extremadura de Espanha, Orquestra da Catalunha, North Shore Orchestra em Chicago, Orquestra do Festival de Aspen nos Estados Unidos e ainda a Orquestra Nacional da Venezuela.

Eldbjorg Hemsing

 

Eldbjørg Hemsing fez a sua estreia a solo com a Filarmónica de Bergen aos 11 anos. Estudando com Boris Kuschnir em Viena, ela afirma-se a nível nacional e internacional, interpretando repertório desde Beethoven a Dvořák, de Grieg a Tan Dun. Juntamente com Tan Dun, ela colaborou em inúmeros projetos na Europa e na Ásia e atualmente está trabalhando com o compositor num novo trabalho dedicado à própria e agendado para uma estreia mundial em 2018.
Em março de 2018, Eldbjørg Hemsing lançou o seu CD de estreia pela editora sueca BIS, com concertos de violino de Hjalmar Borgström e Dmitri Shostakovich, gravados com a Orquestra Sinfónica de Viena e Olari Elts. Apresentando o CD, Eldbjørg escreveu: ”Há alguns anos atrás, eu descobri a música de Hjalmar Borgström, um nome com que eu não estava familiarizada anteriormente e fiquei surpresa ao saber que ele tinha sido famoso como compositor e crítico na Noruega no início do século XX. Abrindo a partitura de seu primeiro concerto para violino pela primeira vez, fiquei imediatamente intrigada. Este concerto, escrito em 1914, é incrivelmente bonito, cheio de sentimento nacionalista norueguês tão típico de sua época, mas também digno de atenção internacional. Isso reporta-me para as minhas origens – a paisagem acidentada de Valdres e Jotunheimen, onde as montanhas circundantes erguem-se dramaticamente sobre os vales – e a música me faz ansiar pelas minhas raízes”.
Em setembro de 2018 realizou uma gravação do Concerto para Violino de Dvořák e da Canção de Amor e Fantasia de Suk com a Antwerp Symphony Orchestra e Alan Buribayev. Ela também é tema do próximo documentário “Forte”, dirigido por David Donnelly, enfocando as mulheres nas artes. Este novo empreendimento segue o premiado sucesso do filme NRK de 2010, no qual Eldbjørg e sua irmã Ranghild exploraram a vida do lendário violinista norueguês Olle Bull.
Os próximos compromissos nesta temporada incluem apresentações regulares no Stormen Concert Hall em Bødo, onde Eldbjørg é a Artista-residente de 2018 e apresentações com, entre outros, a Orquestra Filarmónica de Oslo, Orquestra Sinfónica da Rádio MDR Leipzig, Filarmónica do Mar Báltico, Filarmónica Ártica e NWD Philharmonie.
Ela também se apresentou com Julien Quentin em recital numa tourné na primavera de 2018 e aparece como convidada no Festival Pärnu de Paavo Järvi, na Estónia. Eldbjørg Hemsing toca num violino de 1754 G. B. Guadagnini por empréstimo gentil da Fundação Dextra Musica.
O seu desenvolvimento artístico é generosamente apoiado pela Fundação Göhde.

PROGRAMA

Orquestra Filarmónica Portuguesa
Maestro Osvaldo Ferreira

1ª Parte

H. Borgstrom – Concerto para violino e orquestra em Sol Maior, Op. 25
I. Allegro Moderato
II. Adagio
III. Allegro com Spirito

2ª Parte

D. Schostakovich – Sinfonia nº 5 em Ré Menor, Op. 47
I. Moderato
II. Allegretto
III. Largo
IV.Allegro non troppo
O CiRAC está ao seu dispor para esclarecer qualquer dúvida.